18 Mai

Por postado em 18 Mai

 

Ruídos de bares, baladas e estações de trem e metrô e do fone de ouvido estão, aos poucos, levando à perda de audição até em jovens. Saiba como se prevenir

E se de repente aquela  playlist animadíssima que você coloca nas alturas enquanto vai de um lugar para outro todos os dias fosse substituída por um completo silêncio? Não é à toa que os fones de ouvido têm sido considerados uma ameaça para a audição. Além de causarem infecções se não higienizados adequadamente (duas vezes por semana, com isopropanol, um tipo de álcool), representam boa parte de nossa exposição diária a ruídos com mais de 85 decibéis – se esse período for igual ou superior a seis horas diárias, fique esperta – você pode estar sofrendo perda de audição. E nessa conta inclua bares e baladas, estações de trem e metrô, construções civis e companhia.

 

Oi? Hein? Hã?

Existem pessoas que são geneticamente predispostas a serem mais sensíveis ao som, mas seja esse o seu caso ou não, apesar de o ouvido ter músculos que se contraem para dificultar a entrada da poluição sonora, funcionando como um verdadeiro escudo, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a sua saúde auditiva. “Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos é essencial. Alguns aplicativos, embora não tão precisos, conseguem registrar decibéis, no entanto, sabendo que uma pessoa alcança em média 70 decibéis falando alto, se precisar fazer muito esforço para se comunicar com alguém, já tem um forte indício de que é melhor sair de cena e procurar um lugar mais pacato”, ensina José Ricardo Testa, otorrinolaringologista e professor da Universidade Federal de São Paulo. O ideal é dar aos ouvidos um descanso de pelo menos duas horas, mas isso nem sempre é possível, como em uma balada, por exemplo, onde se deve manter distância das caixas de som e fazer pausas do lado de fora entre uma música e outra.

Fonte: Revista Corpo a Corpo

Ruídos de bares, baladas e estações de trem e metrô e do fone de ouvido estão, aos poucos, levando à perda de audição até em jovens. Saiba como se prevenir

E se de repente aquela playlist animadíssima que você coloca nas alturas enquanto vai de um lugar para outro todos os dias fosse substituída por um completo silêncio? Não é à toa que os fones de ouvido têm sido considerados uma ameaça para a audição. Além de causarem infecções se não higienizados adequadamente (duas vezes por semana, com isopropanol, um tipo de álcool), representam boa parte de nossa exposição diária a ruídos com mais de 85 decibéis – se esse período for igual ou superior a seis horas diárias, fique esperta – você pode estar sofrendo perda de audição. E nessa conta inclua bares e baladas, estações de trem e metrô, construções civis e companhia.

 

Oi? Hein? Hã?

Existem pessoas que são geneticamente predispostas a serem mais sensíveis ao som, mas seja esse o seu caso ou não, apesar de o ouvido ter músculos que se contraem para dificultar a entrada da poluição sonora, funcionando como um verdadeiro escudo, algumas atitudes fazem toda diferença quando o assunto é a sua saúde auditiva. “Usar protetores auriculares em ambientes barulhentos é essencial. Alguns aplicativos, embora não tão precisos, conseguem registrar decibéis, no entanto, sabendo que uma pessoa alcança em média 70 decibéis falando alto, se precisar fazer muito esforço para se comunicar com alguém, já tem um forte indício de que é melhor sair de cena e procurar um lugar mais pacato”, ensina José Ricardo Testa, otorrinolaringologista e professor da Universidade Federal de São Paulo. O ideal é dar aos ouvidos um descanso de pelo menos duas horas, mas isso nem sempre é possível, como em uma balada, por exemplo, onde se deve manter distância das caixas de som e fazer pausas do lado de fora entre uma música e outra.

Fonte: Revista Corpo a Corpo

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