26 Dez

Por postado em 26 Dez

Presbiacusia: É uma perda auditiva progressiva em função da idade, que pode começar a qualquer momento, mas é recorrente em pessoas acima de 60 anos. É a causa mais comum de perda auditiva em adultos e é caracterizada por uma perda auditiva bilateral, mais acentuada nas frequências altas, o que torna a percepção dos sons consonantais mais difícil, prejudicando, assim, a inteligibilidade de fala. A queixa mais comum das pessoas que têm presbiacusia é “ouço, mas não entendo”. Além disso, outra queixa comum é a presença do “recrutamento”, que é a intolerância aos sons de intensidade elevada.

Doença congênita: É uma alteração na função auditiva que está presente desde o nascimento e cuja origem poder ser ou não genética. A genética pode se manifestar de forma isolada ou pode estar associada a outras anormalidades, que são as chamadas síndromes. As perdas auditivas de origem não genética são causadas durante a gestação ou mesmo no nascimento.

Lesões traumáticas: Lesões como perfuração na membrana timpânica podem acarretar em uma perda auditiva. Pancada na lateral da cabeça, queda ou mudanças repentinas na pressão aérea, otite média aguda são exemplos de acidentes que podem causar a perfuração. Outro tipo de lesão é a causada por um trauma acústico-  exposição a um som intenso repentino, como som de tiro, fogos de artifícios, etc.

Exposição ao ruído excessivo: Pode causar danos graves à audição. Pessoas que convivem constantemente em ambientes ruidosos, como músicos, soldados que usam armas de fogo, trabalhadores que manuseiam máquinas industriais, podem adquirir lesões auditivas irreversíveis. Até mesmo os jovens, que estão cada dia mais habituados a ouvir música com volume extremamente excessivo com fones de ouvido e a frequentar lugares com sons muito altos, como danceterias, bares e shows, podem desenvolver uma perda auditiva.

Medicamentos ototóxicos: Podem lesar a orelha interna quando ingeridos em qualquer período da vida do indivíduo, principalmente no período gestacional. Alguns medicamentos podem causar perda auditiva temporária (como aspirina, se utilizada por um longo período de tempo e ibuprofeno); já outros causam perda auditiva permanente, como drogas usadas em quimioterapias durante o tratamento de câncer e diuréticos.

Otosclerose: É uma doença localizada na orelha média e que consiste em um crescimento anormal de um dos ossículos- o estribo- que interfere na condução das vibrações sonoras da orelha média para a orelha interna, causando, então, uma perda auditiva.

Fonte: Vitasons

 

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